O projeto 22 goleiros 22 Copas será composto por vinte e duas crônicas esportivas que abordarão os goleiros e todas as Copas do Mundo realizadas desde 1930. Nos textos abaixo, o leitor encontrará informações básicas sobre a sede da Copa, o campeão mundial, o melhor goleiro escolhido durante o torneiro, o defensor da Seleção Brasileira, o personagem daquele certame e algum outro destaque futebolístico da época. Curiosidades sobre a posição que ocupa o goleiro, a evolução do futebol, a tecnologia disponível para os guarda-metas e quaisquer outras extravagâncias do mundo debaixo das traves dignas de registro aqui serão esmiuçadas. O contexto político não escapará dos designíos daquilo de José Miguel Wisnik chamou de “Veneno remédio” e que Nelson Rodrigues chamou, por outro lado, de “unanimidade burra” – o futebol e o torcedor. Futebol é paixão; e muito negócio. Está aí a Fifa que não nos deixa mentir. Em meio a estas crônicas, o leitor encontrará fatos pouco ou mais ou menos relevantes para o campeonato mundial de futebol: jogos da várzea, histórias sórdidas sobre o mundo da bola, clubes extintos, obscenidades do futebol e nomes estranhos de goleiros.
Este projeto é um piloto. Outros virão. Ou não. Nunca espere muito de um ex-goleiro.
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A Copa do Mundo de 2022 – Alisson, Emiliano e o Gol
Em 1931, o goleiro Alteiro, atleta do Chacarita Júnior da Argentina, recusou-se a defender um pênalti e postou-se escorado em ...
A Copa do Mundo de 2018 – A geometria iridescente de Neuer
Os primeiros anos do século XXI produziram goleiros tecnicamente impressionantes. Também foi um tempo de arqueiros com nomes estranhos para ...
A Copa do Mundo de 2014 – O treino de Júlio César
Em seu filme O medo do goleiro diante do pênalti, o cineasta Wim Wenders conta a história de um goleiro ...
A Copa do Mundo de 2010 – Iker e o beijo
As expressões guarda-redes e guarda-meta, utilizadas em Portugal, têm muito mais a ver com a posição que o arqueiro ocupa ...
A Copa do Mundo de 2006 – Os retângulos de Dida
O desenvolvimento do futebol levou os goleiros a modificarem muito sua forma de atuar. Se nos primórdios do futebol eles ...
A Copa do Mundo de 2002 – O Oriente de Marcos
Na página do pequeno Município de Oriente, do interior do Estado de São Paulo, há uma explicação sobre a origem ...
A Copa do Mundo de 1998 – O goleiro na estrada
Em seu livro Goleiros: heróis e anti-heróis da camisa 1, Paulo Guilherme conta a história do encerramento da carreira de ...
A Copa do Mundo de 1994 – A Elipse de Taffarel
Em seu livro Veneno remédio: o futebol e o Brasil, José Miguel Wisnik constrói, no capítulo intitulado “A elipse: o ...
A Copa do Mundo de 1990 – O Paredão Basco
Poucos conhecem o País Basco. Alguns sabem (ou tem uma ideia) que por lá só jogam atletas nascidos na região ...
A Copa do Mundo de 1986 – As traves de Carlos
Entre os aspectos peculiares e bastante comuns a goleiros, e que os diferenciam dos demais jogadores, está a da titularidade. ...
A Copa do Mundo de 1982 – O pesadelo do Sarriá
Conhecidos por seus visuais arrojados, cabelos compridos, camisas coloridas e outros arroubos de personalidade, os goleiros brasileiros dos anos 1970 ...
A Copa do Mundo de 1978 – Cartas para Raul
Em seu livro Casa de loucos, o escritor João Antônio, como todo apaixonado por futebol no Brasil, idolatra um dos ...
A Copa do Mundo de 1974 – E o Leão ruge
O goleiro é o jogador mais diferente do futebol, e já começa pelo uniforme, cujo desenvolvimento nos anos 1970 encontrou ...
A Copa do Mundo de 1970 – O miado de Félix
Em seu livro O drible, o escritor e jornalista Sérgio Rodrigues utiliza como pano de fundo de seu romance um ...
A Copa do Mundo de 1966 – Os polichinelos de Manga
O goleiro Manga não gostava muito de levantar peso. E nem de polichinelos. Talvez devesse ter gostado, poderia com isso ...
A Copa do Mundo de 1962 – As luvas do goleiro
O goleiro é um jogador único. Tão diferente que sua posição nem existia no início do futebol, em meados do ...
A Copa do Mundo de 1958 – Os porões de Gylmar
Em sua coluna no jornal Folha de S.Paulo, o cronista esportivo Juca Kfouri conta uma história bastante peculiar e assustadora. Sabe-se ...
A Copa do Mundo de 1954 – Os dedos de Castilho
No estádio das Laranjeiras, cidade do Rio de Janeiro, há um busto em homenagem ao goleiro Castilho. Abaixo da imagem ...
A Copa do Mundo de 1950 – O tempo de Barbosa
Um dos melhores exemplos para se entender a condição do goleiro encontramos em Barbosa, arqueiro da Seleção no Campeonato Mundial ...
A Copa do Mundo de 1938 – Kafka em Batatais
O escritor tcheco Franz Kafka nunca esteve em Batatais, cidade do interior de São Paulo; tampouco assistiu sequer a uma ...
A copa do mundo de 1934 – Combinado com o Divino
Poucos sabem que o primeiro ídolo do futebol brasileiro foi um goleiro. O registro aparece no livro Goleiros: heróis e ...
A copa do mundo de 1930 – O solado de Camus
Em algum lugar da Argélia, anos antes de 1930, um adolescente deixou sua marca no gol. Anos depois, essa experiência ...